Do check-in na recepção ao envio para o Ministério: hospital, UPA e postos num único prontuário, com painel de chamadas na TV, aplicativo do cidadão e agentes de saúde trabalhando até sem internet.
Uma única plataforma no lugar de vários sistemas que não conversam — cada módulo alimenta o seguinte, e a gestão enxerga tudo.
Recepção, triagem com classificação de risco, atendimento, internação, centro cirúrgico com checklist OMS, exames e farmácia com lotes e validade.
Chama o paciente por nome e consultório, com aviso sonoro e voz em português. Dois modelos de tela e letreiro de avisos da unidade.
O agente registra as visitas no celular onde não há internet; quando a rede volta, tudo sincroniza sozinho. Território por microáreas e famílias.
Fila regulada com protocolos e cotas PPI (municipais e por unidade), kits de exames e vagas de leito ofertadas e reservadas.
BPA magnético oficial, produção cirúrgica automática (AIH/BPA), fichas do e-SUS APS geradas e importadas por unidade.
Receitas, atestados e laudos assinados com certificado A1 e verificação pública de autenticidade — sem custo por documento.
Farol de metas (pré-natal, vacinação, crônicos) com a lista de quem está fora — busca ativa dirigida. A gestão cria indicadores próprios.
Almoxarifado, patrimônio, frota, TFD, contratos, compras e escalas de plantão — a retaguarda da Secretaria no mesmo sistema.
Basta apontar a câmera para um QR na unidade — o cidadão acessa pelo navegador e pode instalar na tela inicial.
Agende uma demonstração sem compromisso — em uma semana, o piloto pode estar rodando numa unidade real.
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